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ELAS INSPIRAM [I]: A trajetória das mulheres que atuam na AGTIC

Neste 8 de março tão especial, preparamos esta homenagem às mulheres da AGTIC que atuam com TI. Na Agência trabalham mulheres fortes, guerreiras e muitas delas dividem o seu tempo entre AGITC, família e estudos. A maioria passou por momentos desafiadores durante a trajetória de carreira. Reunimos um pouco destes desafios a seguir 

Os depoimentos: 

Sandra Schroeder possui curso Técnico em Processamento de Dados, graduação em Administração e Pedagogia atua como técnico de TI na área de web design. Sandra nos contou que teve apoio de sua mãe cursar o que queria. Durante a carreira atuou em outros ramos, mas sempre quis voltar para a informática. Foi quando surgiu a oportunidade de fazer o concurso para técnico de TI da UFPR em 2010. Assim voltou para a área, fez especialização de Tutoria à Distância e começou a trabalhar como tutora, além de trabalhar com informática na AGTIC (antigo CCE). Sandra disse também que gosta da área porque está ligada à tutoria e educação. Sandra relatou que uma das coisas positivas em sua carreira foi o recomeço na área de TI, pois iniciou atuação com desenvolvimento de sites educativos  pedagógicos. Para ela, ainda existe preconceito com mulheres que atuam com TI e que sente no dia-a-dia olhares diferentes por ser mulher e atuar com informática. Também disse que ainda permanece a cultura que área de informática é para homem. Para Sandra, a valorização e divulgação dos trabalhos e projetos feitos por mulheres por meio de campanhas é uma das maneiras de melhorar o tratamento das mulheres no mercado de trabalho de TI. 

Já Fernanda Guimarães é estudante de Ciência da Computação e vive diariamente o mundo da TI, seja no estágio de atendimento ao usuário na CSA ou no curso de Ciência da Computação. Fernanda nos contou que desde pequena se interessava por tecnologia, e sempre gostou de matemática, o que ajudou no processo de escolha do curso. Apesar do seu interesse na área, Fernanda relatou que já sentiu diferença de tratamento por ser mulher e estar estudando e atuando com TI, mas que apesar disto, há uma corrente de apoio feminina muito forte: “em BCC (Bacharelado em Ciência da Computação) a gente tem um suporte muito grande, apoio das meninas do curso, uma rede de apoio. Na graduação, Fernanda relatou que já foi silenciada e teve suas sugestões não aceitas por professores pelo fato de ser mulher. Mas, a estudante contou que tem apoio não só no curso, mas também na AGTIC, fazendo com que sirva de inspiração para ela: “Também encontrei muito apoio, principalmente aqui na AGTIC convivendo com técnicas e com a chefia imediata feminina. Isso acaba sendo um incentivo, uma inspiração muito grande”. Fernanda relatou que apesar da mudança que as pessoas estão apresentando em relação seus conceitos e formas de pensar, o preconceito ainda é presente, sendo difícil conseguir um lugar no mercado no qual os homens ganham vantagem. Para melhorar o tratamento das mulheres na área de TI, Fernanda considera que é preciso educar as pessoas desde pequenas sobre não haver diferenças entre os profissionais, independente do gênero. 

A Analista de Sistemas Andrea Weber contou em depoimento que no período de preparação para prestar vestibular ficou em dúvida entre os cursos de engenharia ou computação e optou pela segunda opção porque sempre gostou muito de matemática. Para ela, o mais interessante na área são as linguagens de programação. Andrea acredita que se a mulher se sente bem, ela consegue atuar e se inserir no mercado de trabalho, por mais que haja preconceito. Andrea contou também que foi muito bem tratada em toda a carreira, que os acontecimentos envolvendo preconceito por ser mulher, foram pontuais. Para ela, no processo de escolha da área em que se deseja atuar, deve-se se certificar de que é o ramo de atuação que realmente se deseja e também é importante conversar com profissionais que já atuam na área. 

A Gilcelly Fernanda Bahl atua na AGTIC como Chefe da Central de Serviços e Atendimento e nos contou que o processo de escolha para a área de TI foi por conta da sua facilidade com as ciências exatas, matemática e com o raciocínio lógico. Para ela, um acontecimento positivo que ocorreu na carreira foi a vinda para o antigo CCE, atual AGTIC, pois essa mudança de área era um desejo e aqui ela se identificou com a função exercida. Gilcelly relatou que passou por momentos que ocorreram piadas machistas por ela atuar com TI, mas que não sofreu com preconceitos. Relatou também que acredita existir preconceito com mulheres que da área, assim como em outras áreas que há atuação feminina. Para ela, se houver respeito, consideração e empatia as diferenças acerca de gênero e demais deixarão de existir. A Chefe da CSA relatou que a área é gratificante e que é necessário saber lidar com a maioria masculina de TI. Além disso, para ela é preciso ter paciência e gostar da atuação exercida. 

Lislane Ferreira atua como analista de TI na Central de Serviços e Atendimento e está na Universidade há 40 anos. Com formação em Matemática e especialização em Processamento de Dados, para ela parte lógica é a mais interessante na área de TIEla relatou ainda que houveram muitos aspectos positivos durante a carreira, especialmente quando atuou com desenvolvimento de sistemas, o que exigia o desenvolvimento lógico – área de bastante interesse por parte de Lislane. Quando perguntada acerca de preconceitos por ser mulher e atuar na área de TI, Lislane respondeu que houve situações de preconceito, mas que nenhuma delas foi significante e não atingiu a sua atuação. 

Patrícia Custodio Cooper possui Bacharelado em Informática, está na AGTIC desde 2006. Atualmente é responsável pelo desenvolvimento de sites institucionais. Com atuação em informática desde 1996, Patrícia relatou que um dos motivos para a escolha da área de TI foi o surgimento dos computadores, pois despertava seu interesse em conhecer mais sobre a área. O que Patrícia mais gosta é a oportunidade de aprender sobre outros ramos de atuação no desenvolvimento dos serviços de TI. Um acontecimento marcante na sua carreira foi no primeiro emprego, porque ela era a única mulher da equipe, o que fez com que Patrícia se sentisse um pouco isolada e intimidada. Para Patrícia, o preconceito com as mulheres na área de TI ainda existe e que o ambiente de trabalho da área, muitas vezes não oferece oportunidade para que as mulheres se sintam acolhidas e livres para desenvolverem seu potencial. Uma parte importante de seu depoimento foi ao relatar sobre como são os estudos nos dias atuais de TI: “Hoje em dia, o principal problema para ingressar as mulheres na TI é uma questão cultural. Ainda é ensinado que tecnologia, matemática, programação não são áreas de estudos para as mulheres.” Ao ser perguntada sobre o que pode melhorar em relação ao tratamento das mulheres no mercado de trabalho de TI, Patrícia nos contou que a mudança deve ser cultural interna e na concepção do que é a área de TI. Além disso, para ela, a igualdade de salários entre homens e mulheres também irá contribuir para a melhora das mulheres que atuam na área. 

Na maioria dos depoimentos a questão “o que você diria para as mulheres que desejam atuar na área?” a resposta foi a mesma: Não desista! Todas as mulheres são fortes e conseguem ser e trabalhar na área que quiserem, inclusive na área de TI. Hoje e sempre, desejamos que cada integrante da AGTIC e as demais mulheres não desistam dos seus sonhos! Nosso agradecimento a todas aquelas que ajudam diariamente para que a AGTIC seja cada vez melhor em seus serviços. Feliz dia internacional da mulher! 

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Agência de Tecnologia da Informação e Comunicação

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81.530-000 | Curitiba |
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